Escolher mal a empresa que vai executar a fundação da sua obra é um erro difícil — e caro — de corrigir. Diferente de outros serviços de construção, fundação não tem segunda chance simples. O que vai para o solo, fica no solo.
Por isso, antes de assinar qualquer contrato, há critérios objetivos que precisam ser verificados.
Comece pela documentação técnica. Toda execução de fundação profunda exige ART — Anotação de Responsabilidade Técnica — emitida por engenheiro civil habilitado no CREA. Se a empresa não oferece ART ou não tem engenheiro acompanhando a obra em campo, descarte a contratação. Não há negociação possível nesse ponto.
O método precisa ser justificado tecnicamente. Uma empresa qualificada não indica estaca hélice contínua, hélice segmentada ou cravação de perfil metálico sem antes analisar o laudo de sondagem do solo. Se a proposta chega antes da sondagem, o critério é comercial não técnico.
Conformidade com norma é inegociável. A ABNT NBR 6122 estabelece os padrões mínimos de projeto, execução e controle de fundações no Brasil. Qualquer empresa séria do setor opera dentro dessas diretrizes. Pergunte diretamente. A resposta diz muito sobre quem você está contratando.
Monitoramento eletrônico é evidência, não diferencial. O registro em tempo real de profundidade, torque, pressão e inclinação de cada estaca garante rastreabilidade técnica e comprova a execução. Obra sem monitoramento é obra sem comprovação.
Equipamentos próprios significam controle real. Empresa que opera com maquinário terceirizado tem menos domínio sobre prazo, manutenção e qualidade. Equipamentos próprios indicam operação estruturada e responsabilidade direta sobre o serviço entregue.
Escolher mal a empresa que vai executar a fundação da sua obra é um erro difícil — e caro — de corrigir. Diferente de outros serviços de construção, fundação não tem segunda chance simples. O que vai para o solo, fica no solo.
Por isso, antes de assinar qualquer contrato, há critérios objetivos que precisam ser verificados.
Comece pela documentação técnica. Toda execução de fundação profunda exige ART — Anotação de Responsabilidade Técnica — emitida por engenheiro civil habilitado no CREA. Se a empresa não oferece ART ou não tem engenheiro acompanhando a obra em campo, descarte a contratação. Não há negociação possível nesse ponto.
O método precisa ser justificado tecnicamente. Uma empresa qualificada não indica estaca hélice contínua, hélice segmentada ou cravação de perfil metálico sem antes analisar o laudo de sondagem do solo. Se a proposta chega antes da sondagem, o critério é comercial — não técnico.
Conformidade com norma é inegociável. A ABNT NBR 6122 estabelece os padrões mínimos de projeto, execução e controle de fundações no Brasil. Qualquer empresa séria do setor opera dentro dessas diretrizes. Pergunte diretamente. A resposta diz muito sobre quem você está contratando.
Monitoramento eletrônico é evidência, não diferencial. O registro em tempo real de profundidade, torque, pressão e inclinação de cada estaca garante rastreabilidade técnica e comprova a execução. Obra sem monitoramento é obra sem comprovação.
Equipamentos próprios significam controle real. Empresa que opera com maquinário terceirizado tem menos domínio sobre prazo, manutenção e qualidade. Equipamentos próprios indicam operação estruturada e responsabilidade direta sobre o serviço entregue.
Contrato genérico é risco assumido. O documento precisa especificar método, quantidade, diâmetro e profundidade das estacas, prazo, responsável técnico com número de ART e condições de garantia. Proposta apenas com valor global, sem detalhamento técnico, não protege ninguém.
A Trevisano Engenharia de Fundações atende construtoras, incorporadoras e engenheiros projetistas em São Paulo e Grande São Paulo com engenheiro responsável, equipes próprias, monitoramento eletrônico e conformidade total com a ABNT NBR 6122. Fale com os nossos consultores.